domingo, 26 de setembro de 2010

GILSON REIS LOTA PLENÁRIA EM BELO HORIZONTE


Militantes do PCdoB e simpatizantes lotaram o salão de eventos da Vila Olímpica do Clube Atlético Mineiro em Belo Horizonte na tarde deste domingo, 26. A plenária de apoio a Gilson Reis, contou a com a presença de mais de 800 pessoas que manifestaram apoio ao candidato a deputado estadual pelo PCdoB da coligação "Todos Juntos por Minas".

Gilson Reis recebeu o carinho e apoio dos participantes da plenária e agradeceu o apoio que recebe dos militantes todos os dias da campanha. O candidato lembrou que estamos numa fase muito importante e que segundo pesquisa, o apoio de militância será fundamental para vitória. “Ainda temos 08 dias de campanha e vamos mobilizar a militância para cada um percorrer os seus bairros, suas ruas para conquistar o voto, pois conforme pesquisas apontam mais de 60% dos eleitores ainda não tem e definição do voto para deputado estadual e federal. Essa ação poderá ser um fator decisivo para nossa eleição e isso só será possível com a força dessa militância extraordinária de vocês”, declarou Gilson.

O candidato lembrou que a candidatura dele é o resultado de uma vida dedicada aos movimentos sociais. “Eu acho que a vida da gente é um acumulo de experiência que vai construindo a sua consciência a sua capacidade de pensar e de agir. E acho que chego aos 46 anos de uma forma bastante madura para assumir esse mandato. Desejo fazer na Assembléia Legislativa uma ação parlamentar que possa ser o sentido desses 30 anos que aprendi nos movimentos sociais”, disse Gilson.

O evento também contou com a presença da cândida Jô Moraes que agradeceu o empenho da militância durante essa eleição. Gilson Reis elogiou a militância que o fortaleceu durante os últimos meses da campanha. O candidato contabilizou o apoio engajado nos primeiros três meses da campanha que, segundo ele, foi para conquistar o coração e envolver a militância que hoje segue a toda força rumo à vitória. “Eu agradeço todos os dias ao grande numero de companheiros e companheiras, militantes envolvidos de corpo e alma na campanha. Comprometidos com os nossos projetos, um projeto que está além de um mandato legislativo. Um mandato com compromissos com os movimentos sociais e espero que a entrada na Assembléia Legislativa seja o resultado dessa luta e dessa construção” finalizou o candidato. Após o discurso houve confraternização e um grande almoço que espalhou alegria pela Vila Olímpica.


Agência Movimento

RUMO A VITÓRIA!

Estamos entrando na última semana de campanha rumo a vitória de nossos projetos de desenvolvimento para um estado mais justo. Eu quero agradecer a todos os militantes, todos que estiveram ativamente nas ruas levantando as bandeiras do socialismo, da justiça, do protesto à politica que exclui os professores do desenvolvimento de políticas educacionais para Minas. Conto com vocês!  Rumo a nossa vitória no dia 03 de outubro!

Gilson Reis









sábado, 25 de setembro de 2010

Eles tem pavor do pobre que pensa

Achei brilhante este artigo do Leonardo Boff sobre os ataques contra Lula e Dilma feitos pela mídia à serviço da direita.

Gilson


A Midia comercial em guerra contra Lula e Dilma
Leonardo Boff*





Sou profundamente a favor da liberdade de expressão em nome da qual fui punido com o “silêncio obsequioso”pelas autoridades do Vaticano. Sob risco de ser preso e torturado, ajudei a editora Vozes a publicar corajosamente o “Brasil Tortura Nunca Mais” onde se denunciavam as torturas, usando exclusivamente fontes militares, o que acelerou a queda do regime autoritário.

Esta história de vida, me avalisa fazer as críticas que ora faço ao atual enfrentamento entre o Presidente Lula e a midia comercial que reclama ser tolhida em sua liberdade. O que está ocorrendo já não é um enfrentamento de idéias e de interpretações e o uso legítimo da liberdade da imprensa. Está havendo um abuso da liberdade de imprensa que, na previsão de uma derrota eleitoral, decidiu mover uma guerra acirrada contra o Presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff. Nessa guerra vale tudo: o factóide, a ocultação de fatos, a distorção e a mentira direta.

Precisamos dar o nome a esta mídia comercial. São famílias que, quando vêem seus interesses comerciais e ideológicos contrariados, se comportam como “famiglia” mafiosa. São donos privados que pretendem falar para todo Brasil e manter sob tutela a assim chamada opinião pública. São os donos do Estado de São Paulo, da Folha de São Paulo, de O Globo, da revista Veja na qual se instalou a razão cínica e o que há de mais falso e xulo da imprensa brasileira. Estes estão a serviço de um bloco histórico, assentado sobre o capital que sempre explorou o povo e que não aceita um Presidente que vem deste povo. Mais que informar e fornecer material para a discusão pública, pois essa é a missão da imprensa, esta mídia empresarial se comporta como um feroz partido de oposição.

Na sua fúria, quais desesperados e inapelavelmente derrotados, seus donos, editorialistas e analistas não têm o mínimo respeito devido à mais alta autoridade do pais, ao Presidente Lula. Nele vêem apenas um peão a ser tratado com o chicote da palavra que humilha.

Mas há um fato que eles não conseguem digerir em seu estômago elitista. Custa-lhes aceitar que um operário, nordestino, sobrevivente da grande tribulação dos filhos da pobreza, chegasse a ser Presidente. Este lugar, a Presidência, assim pensam, cabe a eles, os ilustrados, os articulados com o mundo, embora não consigam se livrar do complexo de vira-latas, pois se sentem meramente menores e associados ao grande jogo mundial. Para eles, o lugar do peão é na fábrica produzindo.

Como o mostrou o grande historiador José Honório Rodrigues (Conciliação e Reforma) “a maioria dominante, conservadora ou liberal, foi sempre alienada, antiprogresssita, antinacional e nãocontemporânea. A liderança nunca se reconciliou com o povo. Nunca viu nele uma criatura de Deus, nunca o reconheceu, pois gostaria que ele fosse o que não é. Nunca viu suas virtudes nem admirou seus serviços ao país, chamou-o de tudo, Jeca Tatu, negou seus direitos, arrasou sua vida e logo que o viu crescer ela lhe negou, pouco a pouco, sua aprovação, conspirou para colocá-lo de novo na periferia, no lugar que contiua achando que lhe pertence (p.16)”.

Pois esse é o sentido da guerra que movem contra Lula. É uma guerra contra os pobres que estão se libertando. Eles não temem o pobre submisso. Eles tem pavor do pobre que pensa, que fala, que progride e que faz uma trajetória ascedente como Lula. Trata-se, como se depreende, de uma questão de classe. Os de baixo devem ficar em baixo. Ocorre que alguém de baixo chegou lá em cima. Tornou-se o Presidene de todos os brasileiros. Isso para eles é simplesmente intolerável.

Os donos e seus aliados ideológicos perderam o pulso da história. Não se deram conta de que o Brasil mudou. Surgiram redes de movimentos sociais organizados de onde vem Lula e tantas outras lideranças. Não há mais lugar para coroneis e de “fazedores de cabeça” do povo. Quando Lula afirmou que “a opinião pública somos nós”, frase tão distorcida por essa midia raivosa, quis enfatizar que o povo organizado e consciente arrebatou a pretensão da midia comercial de ser a formadora e a porta-voz exclusiva da opinião pública. Ela tem que renunciar à ditadura da palavra escrita, falada e televisionada e disputar com outras fontes de informação e de opinião.

O povo cansado de ser governado pelas classes dominantes resolveu votar em si mesmo. Votou em Lula como o seu representante. Uma vez no Governo, operou uma revolução conceptual, inaceitável para elas. O Estado não se fez inimigo do povo, mas o indutor de mudanças profundas que beneficiaram mais de 30 milhões de brasileiros. De miseráveis se fizeram pobres laboriosos, de pobres laboriosos se fizeram classe média baixa e de classe média baixa de fizeram classe média. Começaram a comer, a ter luz em casa, a poder mandar seus filhos para a escola, a ganhar mais salário, em fim, a melhorar de vida.

Outro conceito innovador foi o desenvolvimento com inclusão soicial e distribuição de renda. Antes havia apenas desenvolvimento/crescimento que beneficiava aos já beneficiados à custa das massas destituidas e com salários de fome. Agora ocorreu visível mobilização de classes, gerando satisfação das grandes maiorias e a esperança que tudo ainda pode ficar melhor. Concedemos que no Governo atual há um déficit de consciência e de práticas ecológicas. Mas importa reconhecer que Lula foi fiel à sua promessa de fazer amplas políticas públicas na direção dos mais marginalizados.

O que a grande maioria almeja é manter a continuidade deste processo de melhora e de mudança. Ora, esta continuidade é perigosa para a mídia comercial que assiste, assustada, o fortalecimento da soberania popular que se torna crítica, não mais manipulável e com vontade de ser ator dessa nova história democrática do Brasil. Vai ser uma democracia cada vez mais participativa e não apenas delegatícia. Esta abria amplo espaço à corrupção das elites e dava preponderância aos interesses das classes opulentas e ao seu braço ideológico que é a mídia comercial. A democracia participativa escuta os movimentos sociais, faz do Movimento dos Sem Terra (MST), odiado especialmente pela VEJA faz questão de não ver, protagonista de mudanças sociais não somente com referência à terra mas também ao modelo econômico e às formas cooperativas de produção.

O que está em jogo neste enfrentamento entre a midia comercial e Lula/Dilma é a questão: que Brasil queremos? Aquele injusto, neocoloncial, neoglobalizado e no fundo, retrógrado e velhista ou o Brasil novo com sujeitos históricos novos, antes sempre mantidos à margem e agora despontando com energias novas para construir um Brasil que ainda nunca tínhamos visto antes.

Esse Brasil é combatido na pessoa do Presidente Lula e da candidata Dilma. Mas estes representam o que deve ser. E o que deve ser tem força. Irão triunfar a despeito das má vontade deste setor endurecido da midia comercial e empresarial. A vitória de Dilma dará solidez a este caminho novo ansiado e construido com suor e sangue por tantas gerações de brasileiros.







*teólogo, filósofo, escritor e representante da Iniciativa Internacional da Carta da Terra.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

DEBATE EM VÁRZEA DA PALMA

Gilson Reis participou nesta quarta, 22, de um debate realizado em Várzea da Palma, cidade localizada no norte de Minas, a 371 km de Belo Horizonte. O evento organizado pelo comitê do candidato na cidade contou com a presença de movimentos sociais, sindicais e representantes do MST. Cerca de 100 pessoas discutiram temas relacionados ao projeto político para Minas Gerais, principalmente para o norte do estado, nos próximos anos. Gilson Reis ouviu as reivindicações dos moradores que reclamam a falta de emprego e saúde na região. "Várzea da Palma tem uma carência muito grande de empregos, atualmente as pessoas precisam se deslocar para BH. A Saúde também é muito precária a região não possui nenhum hospital" declarou o candidato. Ele também criticou a política do PSDB que se esquece do norte de Minas, região só não está pior, graças aos programas de transferência de renda do Governo Lula. "Praticamente só programas sociais do governo Lula chegaram à região. Em Minas parece que a política só se preocupa em construir estradas, mas quando conversamos com movimentos sociais, lideranças locais e a população, percebemos que falta o social, e muito", finalizou Gilson.
Agência Movimento

Taxa de desemprego é a menor desde 2002, aponta IBGE




A taxa de desemprego no país foi de 6,7% em agosto deste ano, a menor taxa desde o início da série histórica, em março de 2002.

O índice é menor do que os 6,9% registrados em julho deste ano e do que os 8,1% de agosto de 2009. O dado faz parte da Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada nesta quinta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a pesquisa, o número de trabalhadores com Carteira de Trabalho assinada no setor privado foi de 10,2 milhões, o que mostra estabilidade em relação a julho e crescimento de 7,2% no ano.

A massa do rendimento médio real habitual dos ocupados chegou a R$ 32,9 bilhões, um aumento de 1,8% em relação a julho deste ano e de 8,8% na comparação com agosto de 2009.

Já o rendimento médio do trabalhador foi de R$ 1.472,10, um aumento de 1,4% ante julho deste ano e de 5,5% em relação a agosto do ano passado.

Fonte: PT Nacional