sexta-feira, 29 de junho de 2012

Gilson mais uma vez, debate cultura em BH


Gilson Reis se encontrou na tarde dessa quinta-feira (28/06) com o líder comunitário e cultural Rubinho, nome conhecido na região Centro Sul de BH.

O encontro serviu para debater o cenário cultural, esportivo e de lazer na cidade. Na pauta foram debatidas alternativas para inserção cultural em BH. Com o fim da Secretaria Municipal de Cultura em BH, os artistas das várias vertentes na capital estão se sentido abandonados e marginalizados.

A intenção de Gilson Reis é organizar um coletivo ampliado de cultura na cidade para buscar alternativas de organização, reestruturação e fortalecimento da cultura na cidade. Uma proposta ampliada, que vá desde as culturas popular, contemporânea até a clássica. 

Sheila Cristina

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Problemas para manter o Curso de Ciências do Estado são discutidos em audiência

A qualidade do curso de Ciências do Estado da UFMG e possíveis melhorias foram discutidas em audiência pública realizada pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na manhã desta quarta-feira (27/6/12). O objetivo da reunião, solicitada pelo deputado Carlin Moura (PCdoB), era debater a ampliação e o fortalecimento de cursos do Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais), em especial a graduação em Ciências do Estado.


O Reuni foi instituído em 2007 com o objetivo ampliar o acesso e a permanência na educação superior. O curso de Ciências do Estado é oferecido, desde 2009, na modalidade bacharelado e funciona na Faculdade de Direito da UFMG. O objetivo é formar profissionais capazes de atuar em processos de planejamento, gestão e execução de políticas sociais, na administração pública, em pequenas empresas ou no terceiro setor.


O coordenador do Centro Acadêmico de Ciências do Estado, Txai Silva Costa, afirmou que o Reuni tem o papel de ampliar o número de vagas em cursos já existentes e criar novas graduações, mas também inova ao lançar novas metodologias para o ensino, destacando a interdisciplinaridade. Ele comentou que o curso de Ciências do Estado passou recentemente por avaliação de uma comissão da Faculdade de Direito, que indicou pontos fortes e fragilidades. Dentre os pontos positivos está a relevância do curso para formação de profissionais que lidem com pesquisas e trabalhos práticos sobre o Estado e suas relações com a sociedade. Além disso, a comissão interna ressaltou a qualidade da grade curricular.


Entre os pontos que precisam ser mudados está o enfoque dado a algumas matérias, considerado muito jurídico. Para isso, sugeriu-se a criação de um departamento para o curso, que poderia auxiliar na adequação.


O estudante do curso de Ciência do Estado, Felipe Henrique Dias Barbosa, citou formas de valorizar o curso, como a inclusão dessa graduação em seleções de concursos públicos e a possibilidade de os estudantes participarem da próxima edição do Parlamento Jovem da ALMG.


Sintonia entre agendas – Para a diretora da Faculdade de Direito da UFMG, Amanda Flávio de Oliveira, a Universidade tem interesse em ampliar o acesso aos cursos, mas também se preocupa com a qualidade do ensino oferecido. Ela ressaltou que o debate proposto na comissão se relaciona com a agenda da UFMG, já que, nesta tarde, haverá reunião no campus Pampulha para analisar o impacto do Reuni na instituição. A discussão será a primeira de uma série de atividades que vão abordar a interdisciplinaridade na graduação e será desenvolvida ao longo do segundo semestre.


Os professores Marcelo Cattoni e José Luiz Borges Horta, da Faculdade de Direito, comentaram o caráter inovador do curso de Ciências do Estado e do Reuni em relação à formação dos estudantes e à adoção de metodologias diferenciadas. O professor José Luiz Borges também afastou a possibilidade de fechamento do curso, notícia que circulou entre docentes e discentes recentemente.


Conflitos – O presidente da União Estadual dos Estudantes de Minas Gerais, Rafael Leal, disse que o curso de Ciências do Estado contribui para o desenvolvimento da sociedade. Além disso, ele mencionou que as notícias sobre a possibilidade de fechamento do curso expõem conflitos surgidos a partir da implementação do Reuni, como a adoção de novas metodologias, que convivem com outras mais tradicionais.


O deputado Carlin Moura destacou a importância do Reuni para ampliar as possibilidades de ingresso no ensino superior público. Carlin Moura também afirmou que o curso de Ciências do Estado tem contribuído com o ensino de qualidade ao oferecer grade curricular diversificada e manter grupos de estudo e pesquisas. Ele afirmou que a comissão apoia a luta dos estudantes para manter o curso.


O presidente da comissão, deputado Bosco, afirmou que o Reuni é uma maneira de facilitar o ingresso de jovens no ensino superior público, pois muitos deles não têm condições financeiras para estudar em instituições particulares.


O deputado Paulo Lamac destacou os esforços da Universidade para ampliar o acesso de estudantes oriundos de escolas públicas, como a implementação de bônus no vestibular.


Encaminhamentos – Os deputados aprovaram quatro requerimentos relacionados com a audiência. Um deles solicita que sejam encaminhadas às diretorias-geral da ALMG e da Escola do Legislativo as sugestões de: abertura de convênio entre o curso de Ciências do Estado da UFMG e a Escola do Legislativo para participação em cursos e estágios; introdução da categoria profissional graduado em Ciências do Estado nos concursos do Legislativo mineiro; e participação dos estudantes do curso no Parlamento Jovem 2013.


Outro requerimento solicita à diretoria da Faculdade de Direito da UFMG que disponibilize informações sobre a história e reestruturação do curso de Ciências do Estado em sua página virtual. O terceiro requerimento pede envio, à faculdade, de manifestação de apoio à consolidação e fortalecimento dessa graduação. O quarto requerimento solicita o envio das notas taquigráficas da audiência ao Ministério da Educação e que, após análise do material, a pasta encaminhe aos deputados relatório quanto às perspectivas do Reuni em Minas, principalmente quanto aos investimentos para a UFMG.


Fonte: ALMG

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Estudantes pressionam e conseguem 10% do PIB para educação


A Comissão Especial votou na noite desta terça-feira (26) o percentual de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação, em dez anos, com uma proposta intermediária de 7% nos primeiros cinco anos. A pressão de estudantes e professores, que lotaram o plenário durante toda a tarde/noite acompanhando a votação, garantiram o acordo com o relator, deputado Angelo Vinhoni (PT-PR), que propunha 8% do PIB.


O índice vinha sendo reivindicado por deputados da oposição e parte da base aliada do governo, além de representantes de entidades da sociedade civil. Para a deputada Alice Portugal (BA), "essa meta de 10% do PIB é quase um grito de independência para um país que se deseja soberano", lembrando que o projeto segue para o Senado e que todos aguardam a sanção da presidenta Dilma Rousseff.


Alice Portugal fez questão de ressaltar "o show de combatividade e civilidade" que os estudantes da UNE e da Ubes deram na sua luta por mais verbas para a educação. Estudantes de todo o país promoveram uma marcha na Esplanada dos Ministérios e participaram da audiência para pressionar o governo por mais verba para a educação.


“Nós soubemos que havia uma tentativa de adiar essa votação para depois das eleições, então nós entendemos que era fundamental ocupar o plenário para constranger e impedir que isso fosse feito”, explicou o presidente da UNE, Daniel Iliescu.


Há duas semanas, a comissão aprovou, em caráter conclusivo, o texto-base do relatório, marcando para esta terça-feira a análise dos destaques. O relator Angelo Vinhoni (PT-PR) havia aumentado a alíquota proposta pelo governo em apenas meio ponto percentual, passando de 7,5 para 8%. 


A bancada do PCdoB apresentou destaque que fixa o percentual de 10% do PIB para os próximos dez anos. Um acordo feito com o governo garantiu o apoio do relator aos 10%. Pelo texto aprovado, o governo se compromete a investir pelo menos 7% do PIB na área nos primeiros cinco anos de vigência do plano e 10% ao final de dez anos. A proposta segue agora para o Senado.


Hoje, União, estados e municípios aplicam juntos cerca de 5% do PIB na área. Na proposta original do Executivo, a previsão era de investimento de 7% do PIB em educação. O índice foi sendo ampliado gradualmente pelo relator, que chegou a sugerir a aplicação de 8% em seu último relatório.


Fonte: Vermelho

terça-feira, 26 de junho de 2012

Gilson participa de plenária pela reestruturação salarial de servidores federais


Gilson Reis se reuniu na manhã dessa quarta-feira (26/06) com analistas tributários da Receita Federal em Belo Horizonte. A plenária foi para debater pontos da campanha pela reestruturação salarial da categoria. De acordo com o SindiReceita, os analistas tributários ficaram em situação muito inferior às demais carreiras do estado. O Sindicato optou por não suspender as atividades enquanto houver possibilidade de negociação.

Gilson Reis fez uma explanação sobre a questão econômica mundial e a diferença da última crise para essa que está atingindo vários países. Para Gilson o mundo pode está vivendo uma nova história, na qual o estado está atacando sua própria estrutura para se salvar. Ele apontou que na outra crise o estado é que estava ajudando as instituições, mas que agora, poderá ter que recorrer a sua própria estrutura, como por exemplo, esvaziar as carreiras.

Ele afirmou que o Brasil está mais estável em relação a Europa, e já vinha prevendo a crise, por isso resolveu fazer ajustes fiscais em cima dos servidores públicos federais, “fez um colchão de proteção com base no servidor público. Não há política de recomposição salarial e as aposentadorias cada vez mais vão minguando”, afirmou.

Para ele é necessário uma reestruturação da carreira e não somente uma recomposição salarial. Gilson falou que o governo trabalha com a perspectiva linear, e não há mais negociação. Porém para ele, isso não pode acontecer, pois as carreiras têm suas especificidades e deve ser tratada individualmente.

“Não há como ter avanços na luta salarial se não tiver organização e luta”, salientou.

Sheila Cristina

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Convenção municipal homologa candidatura de Gilson Reis à Câmara


Cerca de 800 militantes se reuniram nesse sábado (23/06) para a convenção do PCdoB de Belo Horizonte. Na convenção ficou aprovado o apoio do partido a reeleição de Márcio Lacerda à prefeitura da capital.

Porém o partido decidiu lançar chapa própria para concorrer à Câmara. O professor, presidente licenciado do Sinpro Minas, e da CTB Gilson Reis teve sua candidatura aprovada e concorrerá a uma das vagas de vereador na cidade em outubro.


Entretanto, para apoiar a reeleição de Márcio Lacerda, a presidente do PCdoB na cidade Dalva Stela, diante do prefeito, pontuou as prioridades de seu partido a serem atendidas pela administração municipal. “Queremos uma saúde de qualidade; que a Educação e a Cultura sejam realmente contempladas. Queremos mais projetos no âmbito dos Esportes. Precisamos avançar para melhorar a mobilidade urbana, ampliar os projetos de habitação e incrementar a participação popular”. O prefeito em discurso, comprometeu-se a priorizar as solicitações.

Opção
Gilson Reis em sua fala pontuou os problemas enfrentados na cidade, falou sobre a importância da educação e da renovação da Câmara na capital. Gilson se colocou como uma nova opção e afirmou que irá trabalhar pelo povo da cidade.


Homenagem
Durante a convenção, a deputada federal e presidente estadual do PCdoB, Jô Moraes, fez uma homenagem à ex-presidente municipal do Partido, militante e vítima da ditadura civil-militar, Gilse Cosenza e também o prefeito Márcio Lacerda pela sua militância de combate à Ditadura. Oportunidade em que homenageou todos os que lutaram, morreram e acolheram anonimamente os perseguidos do regime. 

De Belo Horizonte,
Sheila Cristina
Texto e fotos