sábado, 16 de junho de 2012

Sarau comemora aniversário do Movimento Popular da Mulher

O professor Gilson Reis participou nessa sexta-feira (15/06) de um Sarau de Poesia em comemoração ao aniversário do Movimento Popular da Mulher – MPM no Clube Mineiro da Cachaça. Cerca de 20 mulheres se reuniram para comemorar a luta pela emancipação feminina com declamação de poesias e muita cantoria.


Poetas como Cecília Meirelles, Adélia Prado, Lya Luft entre outras e outros, fizeram parte da noite. O sarau começou com o poema Dolores, lido pela presidente do MPM Bebela. Gilson também declamou uma poesia de sua autoria, feita há alguns dias atrás ao ser desafiado, no dia da cachaça, comemorado no mesmo bar, a escrever. O professor, que revelou seu lado poeta, foi muito aplaudido e se disse feliz com o reconhecimento. A comemoração ainda teve parabéns e bolo.


De Belo Horizonte, Sheila Cristina
(Texto e fotos)
Ela
Quando jovem, quente e forte
Quando madura, suave e marcante
Quando branca, persistente e estonteante
Quando amarela, cheirosa e gostosa

Na senzala, liberdade e esperança
Na inconfidência, conspiração e resistência
Na república, amante e libertária
Na atualidade, poderosa e determinada

Na roça, acanhada e donzela
Na cidade, desejada e prostituída
No palácio, clássica e fina
No barraco, rude e forte

Na infância, desconfiança
Na adolescência, maledicência
Na maturidade, sexualidade
Na velhice, saudade

Tudo dela se fala
Tudo dela se cala
É mel, é fel
É quente, é transparente

Falo da moça da roça
Encanto da mulher da cidade
Da serteneza, de perigosa boniteza
A brasileira, a princesa universal

Ela

A sua
A minha 
A nossa

Cachaça.

(Gilson Reis)

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Artistas debatem o cenário cultural de BH com Gilson Reis

O professor Gilson Reis se reuniu nessa quarta-feira (13/06) com um grupo de artistas do Palácio das Artes para debaterem a Cultura em BH e alternativas de democratização da arte na cidade.

Certo de que a cultura está ligada a educação, o presidente licenciado do Sindicato dos Professores - Sinpro Minas tem se colocado como possibilidade de intermediação entre artistas e governo. Envolvido diretamente com a cultura, Gilson falou dos projetos realizados pelo sindicato, tais como o Cine Clube, aberto a população; a ajuda na luta da Orquestra Sinfônica de Minas em 2007, seu envolvimento com o cenário do Hip Hop em BH e a conquista aprovada no Plano Decenal de educação que aprovou a inclusão da música como matéria obrigatória na grade curricular das escolas.


Gilson afirma que a cultura em BH está subjugada e tem sido uma política paralela de governo. “O incentivo a cultura deve ser uma política de estado, e não política de governo, ou seja, as decisões tomadas, os projetos que beneficiam a sociedade devem ser assegurados, independente do governo e afastados de interesses partidários de curto prazo”, explicou. Para ele, Belo Horizonte tem tido retrocesso em diversas áreas, e principalmente na cultura, como a retirada de eventos importantes da agenda da cidade e a transformação da Secretaria Municipal de Cultura em Fundação. “Uma cidade como Belo Horizonte precisa de uma secretaria, com recursos alocados que garantam a execução de projetos na cidade”.


Sua opinião foi também a mesma dos participantes que garantiram que é preciso debater o caráter da cultura. Para os artistas, há na cidade um descomprometimento do governo com a cultura, mesmo quando há espaços e remuneração dos artistas. Eles alegam que em muitos casos recebem salários, tem um espaço disponibilizado, mas não há infraestrutura, nem incentivo, tanto para os profissionais, como para que a população ocupem esses locais.

Gilson argumentou que é necessários mais encontros com as diferentes áreas da cultura para que se possa pensar em propostas conjuntas e lutar para que sejam implantadas.  

Gilson participa de Seminário para Aposentados


O presidente licenciado da Central do Trabalhadores – CTB Gilson Reis participou nessa quarta-feira (13/06) do 1º Seminário dos Aposentados realizado pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte – Sindibel no SESC Venda Nova.

O Seminário serviu para tratar sobre assuntos específicos da categoria e ouvir as demandas da classe.


terça-feira, 12 de junho de 2012


Gilson Reis participa de Ato em prol da preservação ambiental

Na semana em que comemora o dia do meio ambiente (05/06), não há nada para comemorar, pois a causa ambiental deve ser urgentemente repensada. Essa reflexão foi feita pelo presidente licenciado do Sindicato dos Professores – Sinpro Minas Gilson Reis nessa terça-feira dia 12 de junho, em um Ato de Conscientização realizado na Praça Padre Eustáquio, com distribuição de mudas e apresentação teatral.

Um dia antes da abertura do Encontro Rio + 20, o presidente falou da urgente necessidade de repensar o posicionamento mundial frente a questão ambiental e de recolocar em discussão, pontos debatidos na ECO 92 que ainda não foram cumpridos. De acordo com ele, a ausência já anunciada dos principais países poluidores, que é o Estados Unidos, Japão e China demonstra que a política ambiental internacional não avançará de maneira satisfatória.

O professor chamou a atenção para a necessidade de se pensar na preservação ambiental regional. Ele citou como exemplo a regional Noroeste,“aqui não há nenhuma concentração de verde. As praças estão vandalizadas, não há espaços ecológicos que a população possa usufruir. Os riachos e rios da região estão assoreados e rio, como o da Avenida Pedro II foi escondido e serve apenas como transporte de esgoto. Precisamos sim, pensar em uma escala de preservação global, mas local também” afirmou o biólogo, que ressaltou a importância de mobilizar a sociedade pela causa.


Gilson Reis citou também a situação de degradação de algumas serras na região metropolitana, vítimas da exploração mineral desenfreada. Segundo ele, a ganância de algumas empresas pode acabar com vida vegetal nesses locais, como tem acontecido na Serra da Gandarela em Caeté. 



terça-feira, 5 de junho de 2012

Cúpula Social apoia proposta de novo organismo regional na AL

A Cúpula Social paralela à 42ª Assembleia da Organização de Estados Americanos (OEA) respaldou nesta segunda-feira a luta dos presidentes Evo Morales, da Bolívia, e Rafael Correa, do Equador, para a criação de um novo organismo regional e um novo sistema latino-americano de direitos humanos que não responda a ditames extrarregionais.

A Cúpula Social congrega delegações e representações sociais do Peru, Chile, México, Argentina, Chile, Equador, Brasil, Venezuela e Bolívia, entre outros países.

Ao ritmo de uma tradicional dança boliviana, ambos os mandatários foram elogiados pela firme proposta apresentada à OEA, sobre a criação de um novo organismo regional, o direito marítimo da Bolívia, a libertação dos cinco patriotas cubanos e a recuperação das Ilhas Malvinas pela Argentina.

"Como chilenos pensamos que é o desaparecimento de uma coisa antiga e o nascimento de algo bom. Esta organização deve ser profundamente anti-imperialista e em sua agenda deve constar a recuperação dos recursos naturais para cada povo, deve refletir a verdadeira integração dos povos", afirmou Juan Cuevas, representante da União Bicentenário do Chile.

"Não queremos ser colônia norte-americana", gritaram em uníssono os delegados – indígenas, trabalhadores e camponeses de diferentes países, que desfraldavam suas bandeiras e mostravam cartazes em apoio aos presidentes dos países que fazem parte da Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba).

Agência Bolivariana de Informação